segunda-feira, 6 de junho de 2011

Reflexões sobre o Uso da Informação Contábil nas Empresas

Os contadores! Imersos numa linguagem própria, cercados de números que atendem com perfeição a toda e qualquer demanda da legislação vigente. E esses números! Têm significado para os gerentes da própria empresa? São dados, informações, ou desinformações? Os potenciais investidores conseguem um retrato fidedigno da empresa por meio dos demonstrativos contábeis e de suas diversas notas explicativas?

Essas indagações me levam a outra muito maior: O que devo esperar do meu departamento de contabilidade? Algumas respostas são óbvias:
- Que ele me ajude a pagar o mínimo de tributos e a cumprir o máximo das leis.
- Que a empresa apresente números que atraiam investidores.

Porém, peço que me deixe ir mais fundo. Pago um time de contadores e contabilistas e técnicos em contabilidade para eles medirem e analisarem o patrimônio de um ente que criei e tem vida própria. Então, esses doutos precisam contribuir para o crescimento e a manutenção do tal ente. Devem fornecer relatórios gerenciais que suportem as decisões a serem tomadas aqui na empresa. Indo bem além do raio-X do patrimônio em ativo, passivo e patrimônio liquido.

Assim, o que eu quero é a contabilidade gerencial, e não a tradicional e autorreferenciada. Não preciso de números exatos, e sim que eles aproximem e indiquem caminhos precisos. Quero a composição do patrimônio, os custos de mantê-lo e os compromissos para aumentá-lo.

E quero que você analise se já tem isso aí no seu negócio. 

É preciso contabilidade, e o fim dela é a gestão!

Um comentário:

  1. Concordo, indicadores hoje são abundantes, cada dia mais, por isso que Dashboards, Business Analysis Monitoring (BAM), BSC, ferramentas de Business Inteligence em geral, são cada vez mais necessárias. Quanto mais dados se tem, mais síntese é necessária.
    http://www.eusugiro.com.br

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